29 agosto, 2013

População brasileira deve chegar ao máximo (228,4 milhões) em 2042

A população brasileira continuará crescendo até 2042, quando deverá chegar a 228,4 milhões de pessoas. A partir do ano seguinte, ela diminuirá gradualmente e estará em torno de 218,2 milhões em 2060.

Esse é um dos destaques da publicação “Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 2000/2060 e Projeção da População das Unidades da Federação por Sexo e Idade para o período 2000/2030”, que o IBGE disponibiliza hoje (29/8/2013) na internet.

Além da projeção da população para o país e das unidades da Federação, a publicação traz projeções da fecundidade feminina por faixa etária, da mortalidade, da esperança de vida ao nascer para o país e para as unidades da Federação e do saldo migratório (imigrantes menos emigrantes) internacional e interno, entre outros indicadores.

Observa-se, por exemplo, que a idade média em que as mulheres têm filhos, que está em 26,9 anos em 2013, deve chegar a 28 anos em 2020 e 29,3 anos em 2030.

Fonte: IBGE, Sala de Imprensa, 29/08/2013



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27 agosto, 2013

Congresso Nacional de Direito Previdenciário será realizado em Natal nesta semana

Nos dias 29 e 30 de agosto de 2013 será realizado Congresso Nacional de Direito Previdenciário em Natal, no Hotel Parque da Costeira, com palestrantes nacionais, e terá como tema principal “90 anos da Previdência no Brasil. Reflexões e Perspectivas”. O evento, idealizado pela Escola Superior de Advocacia – ESA, discutirá, entre outros pontos, Sistema de Previdência Complementar Brasileiro; Educação Previdenciária; Desaposentação e outros desafios dos Regimes Próprios de Previdência.

Congresso Nacional de Direito Previdenciário
Data: 29 e 30 de agosto de 2013
Local: Hotel Parque da Costeira, Natal/RN
Inscrição: www.f3eventos.com.br/direitoprevidenciario
Informações: 84.3201-7429

Fonte: OAB Rio Grande do Norte, 26/08/2013


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26 agosto, 2013

Mortalidade infantil está diretamente associada à falta de estudo dos pais

Nada mata mais crianças no Brasil do que a ignorância. Pesquisa do Estadão Dados mostra que nenhuma outra de 232 variáveis testadas influi mais nas mortes na infância do que a falta de estudo dos adultos. Nem falta de dinheiro, de água ou esgoto têm impacto maior.

Os dados se referem aos 5.565 municípios brasileiros, foram coletados durante o Censo 2010 e compilados pelo Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil. Eles foram usados para criar um modelo explicativo dos indicadores que poderiam causar a mortalidade de crianças de até 5 anos. Por meio de métodos estatísticos, foi possível ver que a maior causa desse tipo de morte está relacionada à taxa de alfabetização da população com mais de 18 anos.

Para cada ponto porcentual retirado da taxa de analfabetismo da população de 18 anos ou mais, a taxa de mortalidade de crianças até 5 anos cai 4,7 pontos. Na prática, se 1% dos adultos de uma cidade é alfabetizado, em média, mais 47 crianças sobrevivem à primeira infância, a cada 10 mil nascimentos. "Às vezes, a casa não tem saneamento básico, mas se a mãe tem um pouco de educação, consegue que o filho tenha acesso aos programas sociais do governo", disse o pesquisador do IBGE Celso Simões, autor de estudo que chegou a conclusão similar.

O gráfico acima mostra como essas duas variáveis estão relacionadas. Cada ponto representa um município. Ao seguir uma tendência diagonal, o conjunto desses dados revela que quanto maior o analfabetismo, maior a taxa de mortalidade na infância. Cidades como Olho D'água Grande (AL) são exemplos onde esses dois índices são altíssimos - 50 crianças de até 5 anos morrem por ano e 46% dos adultos são analfabetos. Blumenau (SC) está no outro extremo, com taxa de mortalidade cinco vezes menor e apenas 2% de analfabetismo entre adultos.

O impacto da alfabetização de adultos sobre a mortalidade de crianças é duas vezes maior do que o da pobreza. O segundo fator com maior peso para evitar mortes infantis é aumentar a fatia da renda dos 20% mais pobres. Cada ponto porcentual a mais na renda faz diminuir 2,8 pontos da taxa de mortalidade na infância.

O terceiro fator estudado que diminui a mortalidade na infância é o acesso a água e esgoto. Mas o impacto é bem menor do que o do analfabetismo e da pobreza. A cada ponto porcentual a menos de população sem saneamento básico, a mortalidade na infância cai 0,8 ponto. Combinadas, as três variáveis - analfabetismo, pobreza e água/esgoto - explicam 62% da taxa de mortalidade das crianças com até 5 anos no Brasil. O modelo é consistente também no tempo. Aplicado aos dados do Censo de 2000, seu poder de explicação é ainda maior: 69%.

O professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa José Cássio de Moraes ressalta que a maior educação materna também aumenta as chances de doenças infantis serem diagnosticadas mais cedo: "A mãe com nível educacional melhor reconhece mais rapidamente os sintomas de doenças." / COLABOROU DIEGO RABATONE

Desafio é reduzir as mortes de recém-nascidos

Entre 2000 e 2011, segundo o SIM-Datasus, as mortes de crianças com menos de 5 anos caíram de 79.470 para 46.375 por ano. A queda foi mais significativa entre as crianças com mais de um mês de vida: 47% no período. Nessa fase, as causas de morte mais comuns podem ser tratadas com terapias simples, como soro caseiro. Isso ajuda a explicar como o aumento da escolaridade dos pais reduz a mortalidade.

Desafio está agora nas crianças com até uma semana de vida, grupo com maior parte das mortes infantis. O problema é mais complexo, porque as causas não são facilmente evitáveis e implicam cuidados com as mães e o parto.

Fonte: Jornal Estado de São Paulo, 26/08/2013


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22 agosto, 2013

In China, an Unprecedented Demographic Problem Takes Shape


In China, an Unprecedented Demographic Problem Takes Shape
Chinese society is on the verge of a structural transformation even more profound than the long and painful project of economic rebalancing, which the Communist Party is anxiously beginning to undertake. China's population is aging more rapidly than it is getting rich, giving rise to a great demographic imbalance with important implications for the Party's efforts to transform the Chinese economy and preserve its own power in the coming decade.



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21 agosto, 2013

Concurso para prof Adjunto: Demografia (DDCA/UFRN)

CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO DE PROFESSOR DO MAGISTÉRIO
SUPERIOR NA CLASSE “A” PARA AS ÁREAS DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA E TECNOLÓGICAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
EDITAL No 030/2013

A inscrição será feita, exclusivamente, via internet, a partir do dia 02 de setembro de 2013 até às 23h59 do dia 20 de setembro de 2013.

01 Vaga para a área de Demografia e Ciências Atuariais. Adjunto-A/DE. Doutorado em Demografia.



[Veja o Programas, Relação de Temas e Expectativa de Atuação Profissional]


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19 agosto, 2013

Ciências sociais, Censo e informação quantitativa no Brasil: entrevista com Elza Berquó e Nelson do Valle Silva

Nesta entrevista, os pesquisadores Elza Berquó e Nelson do Valle Silva relembram suas trajetórias profissionais e a consolidação da pesquisa quantitativa nas ciências sociais no Brasil.

Resumo: Por sua regularidade, capilaridade, relativa padronização e abrangência temática, os censos demográficos estão entre as principais matérias‑primas dos estudos sobre as mudanças de longo prazo na sociedade brasileira. No entanto, analisar dados dos censos implica também conhecer seus processos de produção e, consequentemente, a própria história dos levantamentos de informação social quantitativa no Brasil.

Fonte: Revista Novos Estudos Cebrap, ed 95, março/2013


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16 agosto, 2013

UNICAMP-FAPESP: Estão abertas as inscrições para bolsa de pós-doutorado em Demografia Econômica


O Projeto Temático "Geração de Cenários de Produção de Álcool como Apoio para a Formulação de Políticas Públicas Aplicadas à Adaptação do Setor Sucroalcooleiro Nacional às Mudanças Climáticas" (www.cpa.unicamp.br/alcscens), financiado pela FAPESP no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (www.fapesp.br/pfpmcg), dispõe de uma Bolsa de Pós-Doutorado, por um período de 12 meses, no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura - CEPAGRI (www.cpa.unicamp.br), no Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação – NEPA (www.unicamp.br/nepa) e no Instituto de Economia - IE (www.eco.unicamp.br), da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (www.unicamp.br).

Os documentos necessários para inscrição no processo seletivo são os seguintes: a) Uma carta de apresentação justificando o interesse pelo trabalho; b) Uma cópia do Curriculum Vitae completo e atualizado; c) Duas cartas de recomendação.

A seleção será feita em agosto e setembro de 2013, com início previsto para o mês de setembro de 2013. Os interessados deverão ter disponibilidade para entrevista presencial. Eventualmente, caso o interessado esteja impossibilitado de se deslocar até UNICAMP, a entrevista poderá ser realizada por meio de videoconferência ou pelo skype. O valor atual da bolsa é R$5.908,80 (www.fapesp.br/3162).



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Discussão sobre determinantes sociais da saúde vai ao Nordeste

A discussão sobre os determinantes sociais da saúde (DSS) vem ganhando cada vez mais força no Brasil, como exemplifica a realização da Conferência Mundial de DSS, em 2011. No entanto, é de extrema importância que a atuação brasileira seja externalizada, para que as políticas públicas de combate às iniquidades em saúde por meio da ação dos DSS tenham, de fato, efetividade.

Tais políticas são fortemente influenciadas pelo contexto onde devem ser implantadas, e o Brasil possui grande diversidade de situações regionais com seus correspondentes DSS. Pensando nessa diversidade, surgiu a ideia de dar um enfoque regional às discussões que envolvem os determinantes sociais da saúde.

Alberto Pellegrini, coordenador do Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde (Cepi-DSS/ENSP), fala, em entrevista ao 'Informe ENSP', sobre a importância da realização da 1ª Conferência Regional sobre Determinantes Sociais da Saúde Nordeste e as perspectivas de realização de outras conferências regionais. Confira!

CONSENSO DE MONTEVIDEO SOBRE POBLACIÓN Y DESARROLLO

Acaba de ser divulgado o documento final do acordo Latino Americano e Caribenho de População e Desenvolvimento: O consenso de Montevidéu. Em reunião ocorrida em Montevidéu (Uruguai) nos dias 12 a 15 de agosto de 2013, especialistas acadêmicos, governos e a sociedade civil organizada discutiram as questões que relacionam dinâmica demográfica com as questões ambientais, sociais, econômicas, direitos humanos e outras. O documento reafirma compromissos assumidos na Conferência do Cairo (1994) e avança no debate.

Mais: Países da região aprovam o Consenso de Montevidéu sobre População e Desenvolvimento (UNFPA Brasil)

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15 agosto, 2013

Trinta anos de desigualdades de renda no Brasil: efeitos de idade, período e coorte

O Centro de Estudos da Metrópole (CEM), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP, promove no dia 21 de agosto, a partir das 17h30, o seminário "Trinta anos de desigualdades de renda no Brasil: efeitos de idade, período e coorte".

O seminário, que parte de um estudo que examina a desigualdade de renda no Brasil e investiga suas tendências a curto e longo prazo, será proferido por Rogério Jerônimo Barbosa (doutorando em Sociologia da Universidade de São Paulo e pesquisador do CEM), Carlos Antônio Costa Ribeiro (doutor em Sociologia pela Columbia University e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e Flavio Alex de Oliveira Carvalhaes (doutor em Sociologia pela Uerj e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, o Cebrap).

O evento é aberto a todos os interessados, não há necessidade de inscrição prévia e ocorrerá no auditório da Cátedra Jaime Cortesão, no prédio da História e Geografia, que fica na Av. Professor Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, em São Paulo.

Fonte: Agência FAPESP, 15/08/2013


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